O complexo do Carandiru, maior presídio da América Latina, será desativado e convertido em um parque urbano. O projeto enfoca um raro resquício de mata atlântica que ainda hoje persiste no complexo. Partindo desse resquício, o paisagismo do parque estabelece uma rede de manchas vegetais, cada qual com um caráter (ou ‘adjetivo’) diferente. Assim, as novas manchas contrastam com a “mancha original” ( a da mata atlântica) e propõem um pluralismo paisagístico onde cada nova mancha corresponde a uma leitura de vegetação essencialmente urbana de São Paulo (manchas das ervas daninhas, mancha dos capins, mancha das árvores urbanas, mancha das plantas de paisagistas convencionais, etc).