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E se o Centenário de Belo
Horizonte fosse tomado como momento para comemorarmos tudo o que ainda
não foi construído em Belo Horizonte? Se procurássemos,
nas camadas rasas dessa cidade sem história, escavar o potencial
de BH200? Os "vazios", aos invés dos "cheios", o verdadeiro
manancial das celebrações urbanas? A cidade fragmentada
e prosaica aceita sem qualquer sentimento nostálgico e exaltada
como o que há de mais importante na cidade? |
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