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As cidades jovens
sempre tentam contar o pouco de história que têm quando
o assunto é a auto-promoção por meio de livros.
Em Obras é o caso oposto: ele não aposta no passado
e nas glórias, mas sim na falta de símbolos arquitetônicos
e no aqui e agora. Procurando tirar partido da liberdade oferecida
por uma cidade longe de estar "pronta", dfgdffdsgdfg segue uma tradição
secreta de Belo Horizonte: a tradição de seus anticartões-postais,
já que esta cidade nunca se apegou aos cartões-postais
que tentou produzir. Raríssimos são os postais de BH,
e isso me deixa mais à vontade para fotografar qualquer coisa:
o que é bom, o que é ruim, o que é feio, o que
é bonito, o que é cheio, o que é vazio. |
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I
n t r o d
u ç ã o |
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D o
C a r t ã o - P
o s t a l |
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U
r b
a n a |
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S u
b u r
b a n a |
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A d o
r a v e l M
u n d o N o v o |
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C
J K |
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L I B E R
D A D E, E l a é
o V a z i o |
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C O N C L U
S ã O |
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Incorporando as repetições, as ambigüidades
e as contradições da paisagem urbana, são
fotos como curtos-circuitos; choques visuais ao lado de imagens
já conhecidas, reportagens históricas seguidas
de ensaios fotográficos sobre a cidade contemporânea.
Imagens que correm em paralelo, às vezes se referindo
aos textos, às vezes em discurso independente. Fotos
de arquivo, fotos de autor, fotos de outros autores, ensaios
que se levam a sério, ensaios que não se levam
a sério, recortes de jornais, fotos boas, fotos ruins,
etc. |
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